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Adrian Nelson
Adrian Nelson

O Livro Da Magia Sagrada De Abramelin O Mago Download Pdf


Este livro é um caminho iniciático, um encontro entre anjo e demônio nas profundezas do nosso ser. Influenciou a trajetória dos maiores magos (Aleister Crowley, por exemplo) e até os dias de hoje é leitura obrigatória para todo estudante de ocultismo.




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O Livro de Abramélin (ou O Livro da Magia Sacra de Abramélin, o Mago) é um obscuro tratado de magia escrito por volta do ano 1600, cuja autoria é atribuída a um mago e taumaturgo egípcio chamado Abramélin (ou Abra-Mélin).


O segundo livro é composto pelas instruções para a magia sacra que Abraão reivindica ter copiado à mão do original de Abramélin. Contem também advertências contra o uso de qualquer outro grimório, sigilos ou nomes bárbaros deprecatórios, e relaciona uma alternativa maravilhosa para o sistema de horas mágicas salomônicas, em detalhes.


Quase todas as civilizações que usaram alfabetos escreveram livros com orações capazes de invocar demônios, receitas para amaldiçoar ou envenenar pessoas, criar amuletos ou entrar em contato com os mortos. A obra mais antiga (datada de 5 a.C.) foi encontrada intacta na Mesopotâmia, atual Iraque, e reunia tábuas de barro riscadas em escrita cuneiforme. Antes disso, babilônios, hebreus, egípcios, gregos e romanos já conheciam truques de magia e faziam anotações em textos.


O autor, um papa (sim, o líder da Igreja Católica), teria chegado ao poder recorrendo à magia negra das mais pesadas, incluindo a prática de necromancia, ritual que invoca os mortos (leia mais na página 32). Perseguido pelos próprios bispos do Vaticano que desconfiavam de seu segredo, teria escondido na França um livro poderoso. O guardião da obra, o rei Carlos Magno, teria usado o grimório para ampliar seu poder. O texto, uma espécie de diário do pontífice, ensina a manipular as forças do mal para alcançar o poder.


Em geral, os grimórios são livros curtos e descritivos. Este é uma exceção: contém mais de 400 páginas de ensinamentos tomados da tradição de magia dos árabes. Republicado em espanhol no século 13, ele ensina a conquistar o amor de uma pessoa específica, a curar a pessoa de picadas de cobras e escorpiões e a produzir amuletos mágicos feitos de sangue ou urina. O mago descrito neste livro recorre muito mais à astrologia do que aos demônios.


Este talvez seja o grimório mais famoso de todos. Elaborado durante a Renascença italiana, reúne textos curtos de magia, supostamente escritos por Salomão, que circulavam desde o começo da era cristã. O livro era tão popular na época em que foi lançado que faz parte da primeira lista de obras proibidas, o Index da Igreja Católica. A Chave de Salomão descreve as vestes especiais (parecidas com batinas de padres), os instrumentos místicos (anéis e espadas) e as orações (sempre em latim) que deveriam ser usadas para invocar e aprisionar demônios, que se tornariam trabalhadores escravos atuando a favor de quem os invocou.


6 Sagrada. As vantagens deste sistema, especialmente com respeito aos comentários de Abraão sobre outros mestres de magia que conhecera. O emprego de uma criança-clarividente, necessário ou não. A intolerância de Abraão com Outros sistemas mágicos. A base de seu sistema na Qabalah. Exemplo do quadrado mágico de letras no Terceiro Livro, comparado com um pantáculo na Clavícula de Salomão. Caráter geral destes. Qabalah prática. Definições da natureza dos anjos, espíritos elementais e demônios, com suas diferenças. Comportamento diante deles, tal como advogado por Abraão. Significado da palavra demônio distinguindo-se de diabo. A magia nas Mil e Uma Noites confrontada com receitas do Terceiro Livro desta obra. Fausto e os efeitos que dizem ter produzido. A magia e a Qabalah derivadas do Egito; diferença entre a magia egípcia e a caldeia. Comparação do valor de uma linguagem sagrada e a língua pátria de alguém. Pantáculos e símbolos. Evocação pelo círculo mágico e licença de partida. Observações de Abraão sobre astrologia. Notas relativas a esta obra. Esta introdução escrita apenas para Os ocultistas. APÊNDICE A: tabela de letras hebraicas/caldeias com a equivalência em letras romanas e significado em português. 47 APÊNDICE B: emprego de uma criança-clarividente por Cagliostro. 49 APÊNDICE C: exemplos de outras formas de evocação angélica. 51 Í N D I C E D E C O N T E Ú D O D O S C A P Í T U L O S P R I M E I R O L I V R O Os capítulos do Primeiro Livro não possuem título independente de conteúdo dado no texto, enquanto que os dos Segundo e Terceiro Livros possuem, o que me levou a colocar aqui os títulos dos capítulos do Primeiro Livro em parênteses. 6


7 PRÓLOGO: (O Primeiro Livro deve ser considerado como introdutório aos dois outros, que constituem a efetiva magia original ensinada por Abra-Melin) 59 CAPÍTULO 1: (As razões de Abraão para conceder ao seu filho Lamech esta obra como um legado) 61 CAPÍTULO 2: (Seu pai Simão lhe contara algo da Qabalah. Da magia do rabino Moisés de Mogúncia e de quão tremendamente inferior era esta comparada a Magia Sagrada de Abra-Melin) 63 CAPÍTULO 3: (Início das viagens de Abraão, o Judeu. Sua ida a Mogúncia em Vormatia (o distrito sob governo de Worms) para estudar junto ao rabino Moisés durante quatro anos. Faz então amizade com um jovem judeu boêmio chamado Samuel. Resolvem viajar juntos para Constantinopla com a intenção de visitar a Palestina posteriormente. Iniciam sua viagem em 13 de fevereiro de 1397, atravessando a Alemanha, a Boêmia, a Áustria, a Hungria e a Grécia, finalmente chegando a Constantinopla, onde permanecem dois anos e Samuel morre. Abraão, o Judeu viaja então para o Egito, onde permanece quatro anos, adentrando depois a Terra Santa, onde permanece doze meses. Conhece aí um estudante cristão de magia, com quem se transfere aos ermos da Arábia, onde não encontrando Adepto algum, Abraão cogita de seu retorno ao lar) 65 CAPÍTULO 4: (Abraão, o Judeu começa a jornada de retorno, viajando pela Arábia Deserta e a Palestina para o interior do Egito. Aqui aloja-se com um velho judeu chamado Aarão, numa pequena cidade chamada Arachi, situada às margens do Nilo. Relata a Aarão suas numerosas e infrutíferas viagens em busca de algum Grande Adepto da magia. Aarão o informa que no deserto, não muito distante de Arachi, habita um mago muito sábio e pio chamado Abra-Melin, e que ele lhe obterá um guia para mostrar-lhe o caminho até lá. Abraão visita Abra-Melin e descobre nele finalmente o grande e sábio mago que buscara por tanto tempo. Permanece com ele e estuda sob sua orientação. Abra-Melin dá-lhe dois livros de magia para copiar, 7


8 que formam a base do Segundo e Terceiro Livros desta obra. Abra-Melin sugere que esta Sagrada Ciência Mágica permanecerá entre Os judeus apenas por mais setenta e dois anos. Finalmente Abraão deixa Abra-Melin e se dirige a Constantinopla, onde é retido pela enfermidade durante dois meses. Volta ao lar de barco até Trieste e daqui através da Dalmácia) 67 CAPÍTULO 5: (Concernente aos vários mestres de arte mágica que Abraão encontrara no desenrolar de suas viagens. Do rabino Moisés de Mogúncia. De Jaime, um cristão da Argentina, e um prestidigitador. De um mago negro chamado Antônio de Praga na Boêmia e seu fim medonho. Dos magos da Áustria. Dos magos da Grécia. De um mago de Éfiba, próximo de Constantinopla, que escreveu certos números sobre o chão. Dos magos Simão e o rabino Abraão de Constantinopla. Dos magos egípcios Horay, Abimech, Alcaon, Orilach e Abimelec. Dos magos árabes. Abra-Melin, o único Adepto verdadeiramente grande. De um mago, José de Paris, cristão que se convertera à fé judaica e cuja magia era conforme a natureza daquela de AbraMelin. Abraão adverte Lamech do erro de um homem renunciar à religião em que foi educado) 71 CAPÍTULO 6: (Erros na magia do rabino Moisés. A magia negra de Antônio, o boêmio de Praga. A forma de sua morte. Dos magos austríacos. Da jovem feiticeira de Lintz, com quem ele fez experiências. Das artes gregas da magia. Dos vários sistemas de trabalho mágico e de como o de Abra-Melin era o melhor, por ser baseado na sabedoria da Qabalah) 75 CAPÍTULO 7: (Abraão se prepara para executar a operação recomendada nesta obra. Obtém o conhecimento e visão de seu Anjo Guardião, e dos símbolos mágicos semelhantes àqueles do Terceiro Livro) 77 CAPÍTULO 8: (De sua prática bem sucedida de magia de 1409 a Das diversas pessoas que curou. Do auxílio mágico que concedeu ao imperador Sigismundo da Alemanha; como emprestou a este um espírito familiar e como facilitou seu casamento. Do auxílio que proporcionou ao Conde Frederico 8


10 CAPÍTULO 4: Que a maioria dos livros de magia são falsos e vãos 113 CAPÍTULO 5: Que nesta operação não é necessário escolher tempo, dia ou hora 117 CAPÍTULO 6: Concernente às horas planetárias e outros erros dos astrólogos 119 CAPÍTULO 7: Com respeito ao que é necessário fazer durante as primeiras duas luas do início desta Magia Sagrada e Verdadeira 123 CAPÍTULO 8: Concernente às duas segundas luas 129 CAPÍTULO 9: Concernente às duas últimas luas que têm que ser assim principiadas 131 CAPÍTULO 10: Concernente às coisas que um homem pode aprender e estudar durante essas duas luas 133 CAPÍTULO 11: Concernente à escolha do lugar 135 CAPÍTULO 12: Como a pessoa deve se manter a fim de executar bem esta operação 139 CAPÍTULO 13: Concernente à convocação dos bons espíritos 143 CAPÍTULO 14: Concernente à convocação dos espíritos 147 CAPÍTULO 15: Concernente ao que se deve exigir dos espíritos, que estão divididos em três tropas distintas e são convocados em três dias separados 153 CAPÍTULO 16: Concernente a mandá-los embora 159 CAPÍTULO 17: O que devemos responder às indagações dos espíritos e como devemos resistir às suas exigências 161 CAPÍTULO 18: Como aquele que tenciona operar deve conduzir-se com relação aos espíritos 165 CAPÍTULO 19: Descrição dos nomes dos espíritos que podemos chamar para obter aquilo que desejamos 167 Notas sobre as listas anteriores dos nomes dos Espíritos (S. L. MacGregor Mathers) 177 CAPÍTULO 20: Da maneira que devemos executar as operações


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